Felipe André Silva (Recife, 1991) é cineasta, escritor e curador. Ainda adolescente ingressou no universo cineclubista, e logo em seguida passou a colaborar escrevendo para o Kinemail, um dos primeiros sites pernambucanos dedicados ao cinema. Em 2013 dirigiu seu primeiro curta ‘Diálogo’, de forma completamente independente, método que seria a base de seu processo criativo daí em diante. Se seguiram a este os curtas O Ídolo Caído (2014), Feliz Ano Novo (2015), Fronteira, (2016), A Ilha no Centro do Mundo (2016), Cinema Contemporâneo (2019, exibido no programa Vitrine Indica), e os ainda inéditos Todas as Rotas Noturnas Conduzem ao Alvorecer (2021) e Park Slope (2021), e também os longas Santa Monica (2015), Um Homem Sentado no Corredor (2017) e Passou (2020). Atuou também como curador no Cineclube CineSete (2008-2010), Cineclube Dissenso (2014), Janela Internacional de Cinema do Recife (2018-2019), Mostra Tiradentes (2021 e 2022), e Recifest (2021). Na produção e preparação de elenco, esteve envolvido em projetos como Inabitável (Matheus Farias e Enock Carvalho, 2020), Fim de Semana no Paraíso Selvagem (Pedro Severien), Funes (Yuri Lins), e O Futebol (Bibi Soares e Júlio Pereira), estes em pós-produção. Na literatura, comanda a &legal edições, micro editora dedicada a poesia contemporânea, e lançou, em 2020 seu primeiro livro, ‘sorry.gif’, pelas Edições Macondo. Além destes, lançou também as plaquetes ‘o aniversário de billie eilish’ e ‘o autocad de britney spears’. Colabora também com a Revista Cinética.